
Se alguém ou alguma entidade é contrária ao sistema de gestão de pessoas por competência, é de se presumir que as pessoas que a compõe não possuem competência. Se elas tivessem, certamente não teriam medo de serem submetidas a tal sistema.
Mas, talvez, os contrários tenham – e muita! – competência! Pessoalmente, acredito que essa é a situação de 90% desses casos. O que ocorre é que os "competentes" não querem ser avaliados ou cobrados, já que é mais cômodo se esquivar atrás de títulos, posições ou cargos. Preferem fugir do sistema que os avalia. Não percebem que, ao não serem avaliados, estão deixando claro aquilo que tinham medo que o sistema revelasse: que não são competentes ou que – pior! – são, mas, não estão mostrando essa característica como deveriam.