
Saudades é uma palavra que merece receber o adjetivo "boa"! Vários são os motivos que me levam a essa afirmação. Mas foi a saudade de uma pessoa especial a responsável pela saída dessas preguiçosas palavras de dentro de um adormecido blogueiro...
Estou com saudades! Saudades de pessoas com quem prometi nunca perder o contato e que inevitavelmente não falo mais. Saudades de amigos que queria ter ao meu lado não importando como. Saudades de lugares que não existem mais, embora ainda ocupem coordenadas no plano cartesiano. Saudades de momentos difíceis os quais não achei que fariam tanta falta. Saudades do meu eu-lírico. Saudades do tempo em que letras eram letras e números eram números. Saudades - quem diria! - do tempo em que eu estudava humanas! Saudades de situações realmente embaraçosas e que torci para acabarem logo! Mas que hoje me trazem saudades...
Saudades de coisas bestas! Saudades de ouvir Maria Rita. Saudades de ler Drummond. Saudades de pessoas que gostam de ouvir Maria Rita e apreciam ler Drummond. Saudades de montar ideias, projetar textos, construir mistérios e polir palavras. Saudades de dizer sem falar. Vontade de falar sem dizer. Saudades do interior e do cheiro de mato que abraça as casas de lá. Saudades de nadar no açude, de fazer guerra de lama, de subir o morro com mais uma dúzia de pivetes amontoados na caçamba de uma caminhonete suja de lama. Saudades de sair cedo e voltar com o cair do sol usando só uma bicicleta e uma velha bermuda furada. Saudades da época em que as únicas preocupações das férias eram ficar com os exércitos pretos no War e ganhar n + 1 vezes do meu pai no xadrez. Saudades...
Acho que minha cabeça funciona melhor em alta velocidade. Já é o segundo texto que sai do forno em menos de dez horas e a mais de cento e vinte. Estou na estrada. O vento bate e o carro voa. A chuva começa a cair, libertando o cheiro de terra molhada em direção às nuvens. A saudades só aumenta! Eu volto para casa. Minha bisavó voltou para o pó! Vá com Deus, querida bisa Julieta...
P.S.: PBE...
Estou com saudades! Saudades de pessoas com quem prometi nunca perder o contato e que inevitavelmente não falo mais. Saudades de amigos que queria ter ao meu lado não importando como. Saudades de lugares que não existem mais, embora ainda ocupem coordenadas no plano cartesiano. Saudades de momentos difíceis os quais não achei que fariam tanta falta. Saudades do meu eu-lírico. Saudades do tempo em que letras eram letras e números eram números. Saudades - quem diria! - do tempo em que eu estudava humanas! Saudades de situações realmente embaraçosas e que torci para acabarem logo! Mas que hoje me trazem saudades...
Saudades de coisas bestas! Saudades de ouvir Maria Rita. Saudades de ler Drummond. Saudades de pessoas que gostam de ouvir Maria Rita e apreciam ler Drummond. Saudades de montar ideias, projetar textos, construir mistérios e polir palavras. Saudades de dizer sem falar. Vontade de falar sem dizer. Saudades do interior e do cheiro de mato que abraça as casas de lá. Saudades de nadar no açude, de fazer guerra de lama, de subir o morro com mais uma dúzia de pivetes amontoados na caçamba de uma caminhonete suja de lama. Saudades de sair cedo e voltar com o cair do sol usando só uma bicicleta e uma velha bermuda furada. Saudades da época em que as únicas preocupações das férias eram ficar com os exércitos pretos no War e ganhar n + 1 vezes do meu pai no xadrez. Saudades...
Acho que minha cabeça funciona melhor em alta velocidade. Já é o segundo texto que sai do forno em menos de dez horas e a mais de cento e vinte. Estou na estrada. O vento bate e o carro voa. A chuva começa a cair, libertando o cheiro de terra molhada em direção às nuvens. A saudades só aumenta! Eu volto para casa. Minha bisavó voltou para o pó! Vá com Deus, querida bisa Julieta...
P.S.: PBE...
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