segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Medo

Medo do dedo, medo do duro: Medo do dedo duro!

Medo da grana, medo que engana: Medo da nossa gana!

Medo do certo, medo do provável: Medo auto-sustentável!

Medo do mudo, medo do mundo: Medo do medo-mundo!

Medo que acaba, medo que começa: Medo que nos apressa!

Medo da prosa, medo da poesia: Medo da velha hipocrisia!

Medo do hoje, medo do amanhã: Medo que impõe um talismã.

Medo da falha, medo do fracasso: Medo da falta de abraço!

Medo do Homem, medo da raça: Medo que é uma desgraça!

Medo do sujo, medo do imundo: Além do Medo, existe um Mundo!

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

É simples assim!

Esqueça, meu amigo!

Esqueça fórmulas mágicas e miraculosas! Esqueça volumosos livros que prometem apresentar um caminho inexsitente! Esqueça a ajuda de pseudo-especialistas! Esqueça tudo aquilo que não faz sentido para você!

A felicidade é simples assim! E em toda essa simplicidade reside o enigma que a humanidade tenta desvendar através dos séculos. Mistério que está diante de todos aqueles que querem vê-lo com a alma, e não apenas com os olhos.
A utopia mora ao nosso lado, conosco, no correr das entediantes horas que consomem nosso presente. Está lá, no fundo de uma panela de brigadeiro esperando ser raspada. Em cima do telhado ansioso pela colheita das estrelas. Na copa de uma laranjeira inquieta para ter suas frutas saboreadas no próprio pé. Está nos lábios daquela garota que não sai das suas idéias. Nos olhos daqueles que te amam. No coração daquelas pessoas que você já tentou esquecer e descobriu que são as mais difícieis!

A felicidade está à porta e bate. Bate com vontade de entrar! Bate com o ardor das labaredas que impulsionam um balão ao céu. Para ouvi-la, é preciso ver. Observar a vida como ela é, e não como deveria ser. Entender o mundo como está; não como foi ou será! Aprendendo, descobrirá que não dá pra mudar o começo, mas, se você quiser, vai dar pra mudar o final!